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COM QUANTOS IMAGINÁRIOS SE FAZ UMA PESSOA ?

É sempre preciso negociar com aquele pensamento que foi longe demais.

Quando a realidade imaginária toma conta da realidade em si, é preciso parar e observar atentamente; porque nós sabemos que a realidade imaginária é uma entre muitas realidades possíveis, por isso não deve e nem pode ser simplesmente descartada, ela é constituinte. Mas ela não tem legitimidade para ser a “dona do pedaço”.

Entretanto nós deixamos que ela assuma a regência de pensamento e atos, embora saibamos – durante essa vigência vitalícia – que ela esteja longe de ser a realidade palpável, reconhecível pelos demais ou, pelo menos, simplesmente mais prática.


Aliás, quando a gente começa a colocar a dimensão do equívoco a estampa daquilo que a gente traz para a gente mesmo como verdade, é aí que o inconsciente começa a operar, e se começa a promover a transformação da nossa consciência. Por quê? Porque temos o vício de achar que aquilo que a gente está vendo é real, que aquilo que a gente está achando é fato. Imagina o paranoico!?... O cara que se sente perseguido, acossado, e que está o tempo todo se defendendo do outro, que está o tempo todo fora de si para encontrar no outro a causa da sua infelicidade?!... Ou que tem tanto horror do eu no seu sentimento interno, como um ciúme, uma insegurança, que é preciso tirá-lo de si para colocá-lo no outro!?... Pessoas que todo o tempo e o tempo todo colocam a responsabilidade no outro!...


O imaginário pode vir como apanágio transitório ou como o fundo do poço que a gente persegue da mesma forma como a borboleta persegue a luz. E podem ser muitos, tantos quanto sejam necessários para que a gente nunca possa ver a realidade; melhor dizendo: tantos quanto sejam necessários para que a gente possa estar sempre fugindo da realidade.


Mas como não podemos escapar ao imaginário, visto que não existe uma realidade somente prática (pelo menos não que interesse aos humanos), a única solução é lê-los, acolhê-los como textos e interpretá-los, nos limites de nossos interesses, capacidades, virtudes e... paciência.


Carlos Mario Alvarez


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